Treinamento Funcional em fortaleza


Versatilidade: um único movimento pode trabalhar força, equilíbrio, flexibilidade e coordenação
Foi-se o tempo em que o único motivo para praticar atividades físicas era exibir a barriga chapada e os músculos definidos.
Hoje as pessoas perceberam que fazer exercícios é sinônimo de saúde e, por isso, estão atrás de modalidades cada vez mais completas, ou seja, que proporcionem boa forma e qualidade de vida.
Na linha de frente desse novo conceito de malhação estão os exercícios funcionais. Sucesso nos EUA, eles vêm conquistado uma legião de praticantes brasileiros. O principal motivo: ao contrário do treinamento convencional, em que cada músculo é trabalhado de forma isolada, na ginástica funcional os movimentos são mais abrangentes, fazendo com que várias partes do corpo sejam acionadas durante sua execução.

Mil e uma habilidades

Um dos grandes destaques da ginástica funcional é que existe a preocupação de trabalhar inúmeras aptidões, como equilíbrio, flexibilidade, coordenação, força, velocidade e por aí vai. Para isso, podem ser usados acessórios – como elástico, fitball, bases instáveis, barras, cones e halteres – ou até mesmo o peso do próprio corpo.
“Outra vantagem é que se trata de um treino personalizado. Não pensamos apenas na meta, que geralmente é ficar em forma. Também avaliamos como melhorar o desempenho em outros momentos da vida”, observa Luciano D´Elia, precursor do método no Brasil e diretor técnico do Core 360º, da capital paulista.
Para quem joga tênis no final de semana, por exemplo, ou deseja ter um ótimo condicionamento físico para acompanhar o ritmo dos filhos pequenos, certamente uma parte do treinamento será dedicada a essas atividades. “Além sentir mais facilidade para executá-las, as chances de sofrer lesões diminuem”, lembra Artur Hashimoto, coordenador técnico da academia Saúde em Evidência, de São José dos Campos (SP).

Prazer em se mexer

Um dos focos de quem ensina ginástica funcional é mudar a percepção dos alunos em relação à prática de atividades físicas. “Para muita gente, estar na academia é como tomar um remédio: você faz porque sabe que só assim atingirá seus objetivos. No entanto, estes ficam muito mais próximos quando o treino passa a ser lúdico e variado”, resume D´Elia.
A vendedora Carolina Xavier, de 33 anos, de São Paulo (SP), percebeu isso na prática. Fã da ginástica funcional, ela conta que chegou a se dedicar à musculação por um tempo. “Mas nunca gostei”, confessa. Ao partir para a nova modalidade, notou que ficar em forma podia ser muito mais prazeroso e fácil. “Cada dia faço um treino diferente, é uma delícia”, conta.

Conjunto harmônico

De acordo com Hashimoto, na ginástica funcional não se fala em exercícios para “fortalecer as costas” ou “tonificar as pernas”. Como a intenção é realizar um trabalho global, o treinamento é dividido por tipos de movimentos, como empurrar e puxar ou agachar e levantar. “Para as mulheres, que geralmente não têm a intenção de ficar musculosas, o treinamento funcional é ótimo, pois o corpo fica tonificado e, ao mesmo tempo, harmonioso. Não se perde a mobilidade e nem a feminilidade dos movimentos”, completa o profissional do interior paulista. Carolina assina embaixo. “Sinto que tenho mais força, mas é algo que vem de dentro para fora”. Os únicos que provavelmente não gostaram dessa história foram os filhos da vendedora: “ah, agora quando preciso dar um ‘pique’ atrás deles, meu corpo reage bem mais rápido”, diverte-se.

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